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28/05 - 19:17hs

Acusado de pedofilia, DJ Marlboro se defende e declara: "Eu acredito na Justiça"

 

Um casal de Minas Gerais acusa Fernando Luiz Mattos da Matta, o DJ Marlboro, de abuso sexual contra sua filha de quatro anos. Ele responde por crime de pedofilia desde março de 2008, mas o processo corre em segredo de Justiça e no momento encontra-se em fase de conclusão de provas. Em nota divulgada por sua assessoria de imprensa nesta quinta-feira (28), o DJ de funk, de 46 anos, afirma que a acusação de pedofilia é uma “história fabulosa” e declara: "Eu acredito na Justiça".

 

Segundo o casal, o abuso teria acontecido durante uma viagem da menina ao Rio entre os dias 9 e 20 de março de 2008, quando ela passou 12 dias na casa de uma amiga do DJ, Júnia Duarte. Marlboro afirma que em nenhum momento esteve na casa da amiga enquanto a menor estava lá e relata, ainda, que a única vez em que se encontrou com a menor foi pelo período máximo de 20 minutos.

 

Em exame de corpo de delito realizado na menor pelo Instituto Médico Legal de Belo Horizonte (MG), ficou concluído que não houve qualquer evidência de lesões em área genital, conjunção carnal, ruptura de hímen ou lesão corporal.

 

Durante o inquérito, a polícia apreendeu o computador pessoal de Marlboro e grampeou seu telefone por seis meses, com autorização da Justiça. A polêmica ganhou destaque na quarta-feira (27), quando o programa "Brasil Urgente", da Band, exibiu reportagem a respeito.

 

Marlboro afirma que apenas uma prova foi encontrada para tentar acusá-lo: uma fita de vídeo em que a criança tem um diálogo com sua mãe, onde se ouve um relato da menina, que sugere abuso. A gravação, originalmente em voz e vídeo, teve suas imagens retiradas, sendo cedido à Justiça somente o áudio.

 

Ele diz que recebeu muitos telefonemas de solidariedade, inclusive de pessoas conhecidas nacionalmente, que querem testemunhar a seu favor.

  

O caso já foi relacionado até ao assalto à casa do DJ, ocorrido em novembro de 2008, quando R$ 250 mil foram levados. Segundo o jornal Extra, fontes da polícia declaram que o crime foi simulado: a quantia seria compatível ao valor que maus policiais pretendiam extorquir de Marlboro, a quem chantageavam desde o início do processo. Na época, o DJ declarou que desconfiava de pessoas próximas.

 

O DJ está respaldado por advogados na área criminal e familiar. Os criminalistas Ary Bergher e Raphael Mattos são responsáveis pela criminal. A Dra. Tânia da Silva Pereira e sua equipe, advogadas especialistas em Direito de Família e Direito da Criança e do Adolescente e a Dra. Ana Maria Iancarelli, psicóloga infantil e especialista no atendimento de crianças vítimas de violência, foram contratadas por ele para avaliar especificamente a situação que envolve a menor envolvida no processo.

 

Leia também: DJ Marlboro desabafa sobre assalto: "Não levaram a minha força de vontade"

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Philippe Lima/AgNews

Dj Marlboro

Fernando Luiz Mattos da Matta, o DJ Marlboro

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