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19/03 - 12:08hs

Em entrevista a Ticiane Pinheiro, Dado Dolabella conta sua versão sobre o fim do romance com Luana

 

Poucas horas antes de ser preso, na última terça-feira (17), Dado Dolabella gravou uma matéria  para o quadro "Café da Manhã", do "Hoje em Dia', da Record. Na entrevista com Ticiane Pinheiro, exibida nesta quinta-feira (19), o ator deu sua versão sobre o que aconteceu no dia do fim do romance com Luana Piovani, 24 de outubro de 2008.

 

“Na verdade, o fim do namoro não foi por causa daquela noite. Ali, foi a gota d’água, o estopim do que a gente estava vivendo. Tínhamos horários diferentes: eu gravava a novela durante o dia e ela fazia teatro a noite. Eu sempre saía mais cedo dos lugares. Ela queria farrear e eu queria ir embora”, afirmou.

 

E continuou: “Nesse dia, eu queria ir embora, porque tinha gravação muito cedo. Eu não aguentava mais, precisava dormir. Então, disse que ia embora, ia largar ela lá. Aí, ela disse que se eu fizesse isso, nunca mais olhava na minha cara e pegou o meu braço. Para me soltar, meu braço sem querer bateu no rosto dela, que caiu para trás. Na mesma hora me arrependi e falei com ela, mas ela já não quis mais conversa”, disse.

 

Foi aí que a camareira Esmeralda Honório entrou na história. “Na hora chegou a camareira, me afastando, achando que eu tinha batido nela. Mas em momento nenhum eu bati. Só queria me desvencilhar e ir embora. Quando fui falar com a Luana, ela (a camareira) veio me empurrando. Tentei sair dela, que é muito levinha e já estava cansada, ela se desequilibrou e caiu. Foi aí que ficou aquela situação constragedora pra todo mundo”, lembrou Dado.

 

Continuando a conversa, ele diz que se arrependeu da proporção que as coisas tomaram, mas também culpou a ex. “Se existe uma família, se existe vínculo, amor, todo mundo sabe onde se lava roupa suja, onde se resolvem os problemas de casa. Não precisava chegar onde chegou”, disparou.

 

Sobre o carnaval, Dado disse que não tinha a intenção de se aproximar de Luana. “Eu cheguei com os meus amigos para curtir o carnaval. Não tinha pensado em Luana. Os repórteres me cercaram e perguntaram se eu sabia que ela estava lá. Não sei da vida dela há meses. Mas, na hora que falaram, me lembrei da decisão judicial [que o proíbe de permanecer a menos de 250m de distância de Luana]. E perguntei se alguém tinha uma fita métrica para eu manter a distância. Porque não queria problemas com ela, muito menos com a justiça”, finalizou.

 

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Marcos Porto/Ag. News

cmc

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