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07/03 - 12:08

BBB8: Crítica - Cobaias BaBaBacas pirando na batatinha

 

Os ratinhos de laboratório estão despirocando. A carência afetiva somada às provas de resistência - inspiradas na prisão de Guantánamo - afetou os neurônios. O Tico está se desentendendo com o Teco.

 

"Eu fico olhando para esses desenhos na parede. E aí eu penso: Será que quer dizer alguma coisa?”, delirou Rafinha, o comprometido metido a cantor.

 

Marcão, o eletrotosco, também já encanou com as paredes. Outro dia, gargalhava enquanto "explicava" pra Thati e Nat que estava vendo um "porco sorrindo" nas flores do Quarto Xocante. Eu, heim?

 

Aqui fora quem pira é a audiência, viciada na droga pesada vendida, no Morro da Globo, pelo traficante de imagens "Boninho do Papai".

 

A cada semana um BaBaBaca sai da Casa e a cada dia uma pá de amigos meus sai do armário. Nada a ver com o armário sexual que trancava o vencedor Jean Willis e o candidatíssimo Marcelo. Homens e mulheres de todas as idades gritam histericamente aliviados: “eu adoro Big Brother!!!" ao saber que estou escrevendo sobre o programa.

 

Aliviados, imediatamente elegem o enjaulado de sua preferência, relembram os "melhores piores" momentos e me metralham de perguntas. Cheguei a conclusão que só existem dois tipos de pessoa, o fanático assumido e o fanático enrustido.

 

Pior que Dengue e Febre Amarela juntas, Big Brother Brasil é epidêmico. 

 

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Tony de Marco é artista plástico e viciado em reality shows. Leia outras críticas do autor

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